Políticas públicas, universidade e projetos. Evento integrou o XI Fórum de Extensão Universitária do Câmpus de Bauru

mesa-redonda-discute
Élson Reis, Secretário de Cultura de Bauru, professores Mariângela Spotti Lopes Fujita e Luttgardes de Oliveira Neto

Dia 12 de novembro, ocorreu o XI Fórum de Extensão Universitária do Câmpus de Bauru. A programação começou pela manhã, das 8h às 10h, com a exposição de quase 150 painéis de trabalhos referentes a projetos de extensão universitária das três unidades de Bauru: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC), Faculdade de Ciências (FC) e Faculdade de Engenharia (FE).
Às 10 h, o coral dos servidores-técnicos da Unesp de Bauru se apresentou ao público, abrindo oficialmente o evento. Em seguida, teve início a mesa-redonda “Políticas Públicas e universidade”, composta pela Profa. Dra. Mariângela Spotti Lopes Fujita, Pró Reitora de Extensão Universitária da Unesp, e por Élson Reis, Secretário de Cultura do município de Bauru.
A mesa-redonda se iniciou com a palavra do Secretário Municipal de Cultura sobre a responsabilidade de se cobrar serviços públicos em quantidade e qualidade.
De acordo com Reis, há uma incapacidade desses setores em atenderem às demandas sociais, e, por isso, qualquer apoio que o município receba é de extrema importância.
No caso da universidade pública, um de seus deveres é a prestação de serviço à comunidade,que deveria existir através de projetos conjuntos e da troca de orientações, de informações e de contribuições teóricas e técnicas. Élson faz uma crítica à escassez de atividades efetivas e aponta a urgente necessidade de diálogo para descobrir caminhos que coloquem de fato a produção de conhecimento à disposição da cidade.
Em sua fala, a Profa. Dra. Mariângela Fujita concorda que a universidade ficou muito tempo fechada em seus próprios muros e precisa sair, se aproximar e dialogar. “O principal papel da extensão é transformar a universidade num laboratório social, ou seja, não é só coletar dados de pesquisa lá fora. É se envolver de fato com a comunidade local para tomar conhecimento dos seus problemas, os trazer para dentro da universidade e fazer pesquisas, desenvolver discussões e buscar soluções”, esclarece a Pró-Reitora de Extensão. Para Fujita, é importante o fortalecimento das relações com a sociedade, principalmente em cidades que abrigam unidades da Unesp, para que os projetos de extensão sejam ações transformadoras, concretas e duradouras. O vice-diretor da FC, Prof. Paulo Noronha Lisboa Filho,também acredita na importância de rever as políticas de extensão universitária, tanto nas suas relações com o setor público quanto internamente, na universidade.

Carolina Meira – Assessoria de Imprensa – FC/Unesp/Bauru

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