Brasiliana Fotográfica

Conheça o Portal Brasiliana Fotográfica, que tem como objetivo contribuir para a preservação do patrimônio fotográfico digital brasileiro. Contém mais de 2 mil fotos históricas do século XIX e das duas primeiras décadas do século XX.

As fotos da Coleção D. Thereza Christina Maria, colecionadas por D. Pedro II, estão entre os destaques do portal, além de um conjunto de retratos da família imperial, feitos por Joaquim Insley Pacheco. O professor de fotografia da princesa Isabel, Revert Henry Klumb, também está representado com a série completa de estereogramas (fotografia estereoscópica, 3D) com imagens gerais da cidade do Rio de Janeiro e do palácio imperial de Petrópolis.

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Fonte: http://www.cultura.gov.br/

Como as cidades tratam seus rios

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Córrego na cidade de Araçatuba

Pesquisa da Unesp investiga situação de 16 cidades do Oeste Paulista
Valorizados em grandes parques públicos ou esquecidos, assoreados e poluídos, os rios do interior paulista informam muito sobre as trajetórias das cidades que cresceram às suas margens. Seguindo o tratamento dado aos rios e córregos da capital, muitas dessas cidades canalizaram os seus cursos d´água e os esconderam sob avenidas e outras áreas pavimentadas. Eles são lembrados quando a temporada de chuvas faz com que as galerias subterrâneas transbordem, com alagamentos e graves transtornos para a população. Essas foram algumas das constatações do projeto “A construção da paisagem de fundos de vale em cidades do Oeste Paulista”, apoiado pela Fapesp. Conduzida por Norma Regina Truppel Constantino, professora no curso de Arquitetura e Urbanismo e no mestrado acadêmico em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual Paulista (Unesp), no Câmpus de Bauru, a pesquisa investigou a situação de 16 cidades do Oeste Paulista, que nasceram e se desenvolveram ao longo do ciclo da expansão da cafeicultura. “Nosso objetivo foi saber como os rios que sustentaram o nascimento dessas cidades são percebidos atualmente pelas respectivas populações, se eles ainda têm importância para as pessoas e são levados em conta pela gestão municipal, pelos planos diretores, pelos projetos aprovados pela câmara etc.”, disse Constantino à Agência FAPESP. O projeto enfocou quatro cidades em cada uma das quatro linhas férreas que cortam o Oeste Paulista. Na linha Araraquarense: Araraquara, São José do Rio Preto, Jales e Santa Fé do Sul. Na linha Noroeste: Botucatu, Lins, Penápolis e Araçatuba. Na linha Alta Paulista: Agudos, Lençóis Paulista, Tupã e Panorama. Na linha Sorocabana: Avaré, Ourinhos, Presidente Prudente e Presidente Epitácio. Constantino já havia estudado a formação histórica dessas cidades ao participar do Projeto Temático “Saberes eruditos e técnicos na configuração e reconfiguração do espaço urbano – Estado de São Paulo, séculos XIX e XX”, coordenado pela historiadora Maria Stella Bresciani. “No levantamento das fazendas que deram origem a essas cidades, constatamos que os rios sempre foram elementos essenciais: ou o núcleo urbano surgiu ao seu redor ou eles definiam os limites das fazendas precursoras. A ideia que motivou o novo projeto foi acrescentar ao pano de fundo histórico um quadro detalhado da condição atual desses rios. Fizemos um trabalho exaustivo, com a participação de quatro bolsistas de iniciação científica da FAPESP. Identificamos os problemas e as potencialidades da integração desses rios nos espaços urbanos”, disse Constantino.

Tópicos

O projeto possibilitou a redação de uma espécie de diagnóstico, constituído por nove tópicos. “Algumas das cidades mantiveram a visibilidade e identidade de seus rios, com a conservação das características naturais e sem a degradação do ambiente; em outras, as áreas foram tratadas paisagisticamente, com pouco impacto ambiental, possibilitando à população usufruir de parques lineares construído ao longo dos cursos d’água”, aponta o diagnóstico. Existem, no entanto, cidades nas quais, apesar de haver nos planos diretores municipais diretrizes importantes para a preservação das áreas, não se levou à prática as orientações e os rios e córregos encontram-se degradados, assoreados e muitas vezes poluídos por esgoto domiciliar clandestino. Além disso, 12 das 16 cidades apresentam trechos dos rios e córregos canalizados no subterrâneo. Nos períodos chuvosos, isso ocasiona episódios de enchentes e inundações. Quando são implantados parques e recuperada a mata ciliar ao longo das áreas de proteção dos rios, há uma diminuição dos episódios de enchentes e inundações durante as fortes chuvas de verão, contribuindo para a drenagem urbana. Os parques também evitam que essas áreas sejam invadidas ou degradadas. Nas cidades em que os trilhos dos trens foram instalados em alinhamento com os cursos d´água, os rios foram relegados ao esquecimento, pois a decadência do serviço ferroviário transformou essas áreas em espaços abandonados e degradados, sem segurança para atividades de lazer. Outra conclusão a que chegaram os pesquisadores foi que, apesar de os rios serem um componente importante da história dessas cidades do Oeste Paulista, eles, em geral, não são valorizados pela população e não fazem parte do seu cotidiano; poucas são as pontes que possibilitam a visão dos rios. Há uma inadequação nos modelos de gestão urbana, com a falta de integração entre os dispositivos das legislações ambiental e urbanística, concluíram os estudiosos. “Para que os rios passem a ser valorizados pelas populações, é necessário um trabalho de conscientização e elaboração de projetos participativos que qualifiquem os lugares, mais do que a simples aprovação de leis e regulamentos”, conclui o diagnóstico.

Rios escondidos

A canalização dos rios e córregos é um dos problemas mais graves apontados pela pesquisadora. Nesses casos, as cidades do interior seguiram o modelo adotado na capital paulista, hoje tão criticado pelos especialistas. “Das 16 cidades observadas, só não houve canalização em Panorama, Lençóis Paulista, Botucatu, Avaré e Presidente Epitácio. Em Panorama e Presidente Epitácio, nem poderia haver canalização, porque se trata do rio Paraná”, disse Constantino. “O mais surpreendente é que, em vários casos, sobre os rios canalizados foram construídos parques públicos. Em vez de correrem pelos parques, tornando-se fatores de desfrute para a população, os rios foram escondidos no subterrâneo”, comentou. Um fator positivo, destacado pela pesquisadora, é que, em quase todas essas cidades, com exceção de Agudos e Ourinhos, o esgoto não clandestino é tratado antes de ser despejado nos rios.
Segundo Constantino, há um potencial a ser desenvolvido. Como todos os 645 municípios do Estado de São Paulo, estes 16 participam do programa “Município VerdeAzul”, da Secretaria do Meio Ambiente, que estabelece 10 diretrizes para a gestão ambiental, contemplando os tópicos: Esgoto Tratado, Resíduos Sólidos, Biodiversidade, Arborização Urbana, Educação Ambiental, Cidade Sustentável, Gestão das Águas, Qualidade do Ar, Estrutura Ambiental e Conselho Ambiental. Entre os 10 primeiros colocados do ranking 2014 do programa, figuram 3 dos 16: Botucatu (1º), Lençóis Paulista (7º) e Araraquara (8º). “É importante a visualização dos rios, porque, se as pessoas veem os rios, elas passam a valorizá-los e a se mobilizar por sua integridade”, enfatizou. “Em Lençóis Paulista, Panorama, Avaré, Presidente Epitácio e São José do Rio Preto, essa visualização é muito evidente. Em São José do Rio Preto, aliás, apresentam-se os dois lados da situação. Porque a cidade começou entre os córregos Borá e Canela, que, hoje, estão totalmente canalizados, debaixo das principais avenidas. Mas eles são afluentes do Rio Preto, no qual foi feita uma barragem que deu origem a um lago, e a um parque muito visualizado e aproveitado pela população.” Participaram da equipe as bolsistas Júlia Marcilio Torres, Maria Olívia Simões, Marília Lucena de Queiroz e Raisa Ribeiro da Rocha Reis.

Fonte: Agência Fapesp

José Tadeu Arantes

http://www.unesp.br/portal…

Guia de Profissões apresenta curso de Física da Unesp de Bauru

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Programa da TV Unesp mostra como essa ciência faz parte do dia a dia.

No celular, no computador, no carro, em casa, na rua, no trabalho. A física faz parte do nosso dia a dia, e pesquisa a natureza, seus fenômenos e a interação entre os corpos. Esses estudos envolvem desde as tecnologias que utilizamos até as partículas presentes na imensidão do universo. É esse cenário que será apresentado no programa Guia de Profissões desse domingo, 29 de março, às 13:30. A nova temporada do programa busca apresentar novos olhares sobre as profissões com uma linguagem moderna e dinâmica, trazendo professores, pesquisadores, profissionais e alunos para que eles respondam a algumas questões sobre o mercado de trabalho e os cursos oferecidos pela Unesp. No domingo, o público vai conferir, no primeiro bloco, como está estruturado o curso de Física da Unesp, como são os laboratórios e qual é a grade curricular. Por sua vez, o segundo bloco trará profissionais que atuam em diferentes áreas da física. Um deles é Robson Tirotti Felipe, formado pela Unesp de Bauru, que trabalha como perito criminal na Polícia Científica de São Paulo. Ele vai mostrar que os conceitos de física são fundamentais em todo os exames e perícias. Além disso, o programa vai trazer uma dica para os vestibulandos, e no site, será possível conferir outras sugestões e curiosidades. É só acessar: http://www.tv.unesp.br/guiadeprofissoes

SERVIÇO
O Guia de Profissões vai ao ar domingo, às 13h30, com reapresentações na quarta às 13 h e, na quinta, às 20h45. Em Bauru, ele pode ser assistido nos canais 45 UHF, 46.1 Digital e 18 da NET. Nos mesmos dias e horários, também é possível conferir o programa em tempo real no site: http://www.tv.unesp.br e, após as exibições, ele fica disponível no canal do YouTube da emissora:https://www.youtube.com/user/tvunesp

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Assessoria de Comunicação e Imprensa

A escolha da carreira em pauta na TV Unesp

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Programa Guia de Profissões traz informações de cursos e mercado de trabalho

A pesquisa “Estudos sobre a Evasão no Ensino Superior Brasileiro”, do Instituto Lobo, mostra que cerca de 900 mil estudantes universitários largaram o curso ao longo dos dois primeiros anos. Entre os principais motivos para essa decisão, está o fato dos alunos não terem se encontrado na área que escolheram. Nesse cenário, como fazer com que os estudantes escolham a profissão que mais tem a ver com eles? Quais são as possibilidades que a Unesp oferece e como funciona cada um dos cursos? Como é o mercado de trabalho em cada área? A TV Unesp buscou professores, pesquisadores, profissionais e alunos que pudessem responder essas e outras questões, e assim nasceu a nova temporada do programa Guia de Profissões. Com estreia prevista para o próximo dia 29 de março, às 13h30, o programa de 15 minutos vai discutir em cada episódio uma curso específico dentre os que são oferecidos pela Unesp em 24 cidades do estado de São Paulo. Utilizando uma linguagem moderna e dinâmica, cada episódio do Guia de Profissões terá dois blocos. No primeiro bloco, o programa vai contextualizar o curso no cenário contemporâneo, apresentar a grade oferecida pela Unesp e detalhar de que forma as atividades teóricas e práticas estão distribuídas. No segundo bloco, os estudantes acompanharão depoimentos de profissionais que atuam na área apresentada, e também vão assistir ao quadro “Dicas do Guia”, que trará algumas sugestões para a hora da prova.
Além do conteúdo exibido na TV Unesp e disponibilizado no canal do youtube da emissora, o site do programa www.tv.unesp.br/guiadeprofissões trará conteúdos especiais sobre o vestibular, com notícias, curiosidades, dicas de estudo e entrevistas exclusivas.
SERVIÇO
O Guia de Profissões vai ao ar todo domingo, às 13 h, com reapresentações quarta às 13 h e quinta às 20h45. Em Bauru, ele pode ser assistido no canal 45 UHF, 46.1 Digital e 18 da NET. Nos mesmos dias e horários, também é possível conferir o programa em tempo real no site: www.tv.unesp.br e, após as exibições, ele fica disponível no canal do youtube da emissora: https://www.youtube.com/user/tvunesp
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Assista à chamada da nova temporada do programa
https://www.youtube.com/watch?v=7Bq6Cblxchg&feature=youtu.be
Assessoria de Comunicação e Imprensa

EXPERIÊNCIA DE LEITURA: O LIVRO AMARELO DO TERMINAL

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É difícil escrever sobre um livro que pessoalmente conseguiu me agradar tanto, mas que sei que apresenta várias características que afastam sua leitura. Vanessa Barbara em seu segundo livro, conseguiu fazer um livro múltiplo e extremamente diferente.

A começar pela escolha do tema. É uma reportagem focada não em um protagonista e, sim, no maior terminal rodoviário da América Latina. A partir disto, várias histórias são contadas. Percorrem a página frequentadores assíduos, motoristas, burocratas, figuras históricas, funcionários, vendedores, anônimos, e a própria narradora.

A narração é complementada ou interrompida por poemas, citações, recortes de jornais, folhetos, etc. Tudo isto ajudando a criar o clima de caos organizado que se encontra no Terminal Tietê.

Além disto o projeto gráfico do livro não é algo a parte. Ele é um elemento importante para a comunicação dos relatos que estão sendo narrados.

A autora é muito competente em apresentar o relato que ela coletou (foram 12 meses só de pesquisa e quase cinco anos até o termino) no momento certo dando coerência mas não tirando totalmente o sentimento de desorganização que se vê em locais muito aglomerados.

O livro apresenta desde uma narração de um incidente envolvendo velhos amigos que se conhecem a tanto tempo que já esqueceram o nome do outro e só sabem o apelido até a historia completa da politica envolvida na construção e manutenção do próprio terminal (usando para isto reportagens de época). Em suma é como um banquete de histórias em que são servidas as mais diversas iguarias para que o próprio leitor possa decidir o que lhe agrada mais.

Eu pessoalmente devo dizer que adorei os capítulos onde a própria Vanessa Barbara é personagem e é contado a interferência da burocracia no trabalho, demonstrando assim como este sistema é estúpido e ineficiente. Outro capitulo interessante é dedicado aos folhetos achados na estação pois dá a ideia da cacofonia cotidiana que lá se encontra.

Um livro belo em vários sentidos que dá ao leitor experiente um sopro de novidade e interesse, mas que depende muito de como o leitor o encara. Exige que haja imersão e imaginação para completar os pedaços de historia que estão escritos. Ou seja, como na vida em que o interesse é que determina quais são narrativas que vai gostar de ouvir.

Rui Carodi.

PS. A foto do livro foi retirada do blog da editora, deste post:  http://editora.cosacnaify.com.br/blog/?p=14646

Conheça nossos calouros vindos do Timor-Leste

Orchia, Ozorio, Marcolino, Natividade, Simão, Angelina, Nofiano e Joviano são calouros do curso de Metereologia.

Unesp recebe acervo sobre o jornalista Vladimir Herzog

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Jornalista Vladimir Herzog (1937-1975)

Em 26 de março de 2015, às 18h, ocorre, a doação pelo Instituto Vladimir Herzog ao Cedem (Centro de Documentação e Memória) da Unesp, em São Paulo, SP, do acervo sobre o jornalista. Em seguida, às 18h30, a Comissão da Verdade da Universidade (CV-Unesp), instalada há um ano para examinar e esclarecer, principalmente, os impactos da Ditadura Civil-Militar (1964-1985) no interior da instituição apresentará seus resultados. Em consonância com a Comissão Nacional da Verdade, a Comissão da Unesp cobre o período histórico que vai de 1946-1988. Na sequência, haverá um Debate sobre esses resultados.  Presidida pela professora Anna Maria Martinez Corrêa, a CV-Unesp buscou informações nos acervos do Projeto “Memória da Universidade”, coordenado por Anna Maria; pesquisou, ainda, nos arquivos das próprias Unidades Universitárias; no DEOPS (Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo) atualmente sob a guarda do Arquivo Público do Estado de São Paulo. Também realizou entrevistas com professores, alunos e funcionários técnico-administrativos que passaram por processos repressivos dentro e fora da instituição. Em um segundo momento, a pesquisa será ampliada para a investigação da repressão nas cidades vizinhas àquelas em que a Unesp possui Unidades. A CV-Unesp integra a Rede Nacional de Comissões da Verdade Universitárias (RNCVU), que tem como objetivo a continuidade das pesquisas sobre o período ditatorial de 1964-1985. Parte do levantamento da CV-Unesp integra o relatório final da Comissão Nacional da Verdade, concluída em dezembro de 2014.

Coordenação da Mesa
Profa. Dra. Sonia Maria Troitiño Rodriguez: Coordena o Cedem; é docente do departamento de Ciências da Informação da Faculdade de Filosofia e Ciências, câmpus de Marília. Atuou como Diretora do Centro de Arquivo Permanente do Arquivo Público do Estado de São Paulo, tem experiência na área de Arquivologia;

Integrantes da Mesa
Profa. Dra. Anna Maria Martinez Corrêa: Presidente da Comissão da Verdade da Unesp, fundadora do Cedem, coordenadora do Projeto “Memória da Universidade,” que resgata a história da Unesp desde os Institutos Isolados;

José Luiz Del Roio: Porta-voz do Comitê Paulista de Memória, Verdade e Justiça, Vice-Presidente do IAP (Instituto Astrojildo Pereira), ex-Senador da República Italiana, ex-Parlamentar da Assembleia de Estrasburgo;

Prof. Dr. Paulo Ribeiro da Cunha: Docente do departamento de Ciências Políticas e Econômicas da Unesp em Marília (SP), assessor da CNV (Comissão Nacional da Verdade), no grupo de trabalho “Militares Perseguidos”. É Membro da Comissão de Altos Estudos do Projeto Memórias Reveladas do Arquivo Nacional;

Profa. Dra. Angélica Lovatto: Docente do departamento de Ciências Políticas e Econômicas da Unesp em Marília (SP), Membro da CV-Unesp, Membro da Comissão de Altos Estudos do Projeto Memórias Reveladas do Arquivo Nacional.

Solenidade de doação e Debate
Dia: 26/03/2015
Hora: a partir das 18 h
Local: Praça da Sé, 108 – 1º andar (metrô Sé)

Inscrições gratuitas para o Debate – enviar nome completo, e-mail e instituição para:
Sandra Santos (organização e produção)
e-mail: ssantos@cedem.unesp.br

Assessoria de Comissão e Imprensa

Professora Dagmar Hunger e sua orientanda, da FC, publicam livro voltado para o profissional da educação física e do esporte

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O livro ‘Universidade, Formação Acadêmica e o Técnico Desportivo de Voleibol’, de Juliana Martins Pereira e Dagmar Hunger, respectivamente mestre e orientadora da Faculdade de Ciências da Unesp de Bauru aborda uma das questões mais polêmicas do campo acadêmico brasileiro: as relações estabelecidas (ou não) entre teoria e prática. Não bastasse essa delimitação, ainda observa-se a preocupação, não menos polêmica, a respeito dos “pesos” atribuídos na formação de um profissional do campo esportivo (especificamente no voleibol). Nessa linha de análise, a autora, subsidiada por experiências acadêmicas e esportivas anteriores, transita numa pesquisa teórica e de campo de extrema relevância para o profissional da Educação Física e do Esporte.
Sumário: Revisão da literatura; Pesquisa de campo; Considerações finais
Autoras: Juliana Martins Pereira e Dagmar Hunger
Editora: Paco Editorial, 144 páginas
Informações
http://editorialpaco.com.br/…/universidade-formacao-academ…/
Assessoria de Comunicação e Imprensa
http://unan.unesp.br/…/Universidade,-Formacao-Academica-e-o…

Projeto da Unesp incentiva áudio-leitura. Aplicativo alfabetiza pessoas com deficiência intelectual

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A Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da Unesp de Bauru desenvolve o projeto de extensão Biblioteca Falada. O objetivo é contribuir para o desenvolvimento das aptidões de áudio-leitura por meio da gravação de textos impressos em áudio, e da audiodescrição de vídeos e imagens.
Ouça Áudio, com apresentação de Tuca Munhoz:
http://radioagencianacional.ebc.com.br/pesquisa-e-inovacao/audio/2014-11/aplicativo-alfabetiza-pessoas-com-deficiencia-intelectual

Fonte: EBC

TV Unesp presente na matrícula dos calouros

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A TV Unesp esteve no primeiro dia de matrícula dos calouros da Unesp de Bauru e conversou com alguns deles a respeito desse novo momento de suas vidas. Confira o que alguns dos bixos de jornalismo, design, arquitetura, relações públicas, rádio e tv e artes visuais disseram sobre anseios e expectativas para os cursos que vão começar.
Quer uma arte com a sua foto para fazer parte deste álbum? Fale com a gente!

Acesse: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.900673553285995.1073741829.224881950865162&type=1&pnref=story