Experiência de Leitura. UMA ILHA CHAMADA LIVRO

Uma Ilha Chamada Livro   Heloisa Seixas

Uma Ilha Chamada Livro Heloisa Seixas

Uma declaração de amor, aos livros, aos escritores, aos contadores de histórias. É isto que este livro de Heloisa Seixas é. E é feito de forma tão sincera, tão bela que ficamos também apaixonados pela autora.

Heloisa Seixas, nascida em 1952 mas que só começou a publicar em 1995, conseguiu captar neste livro contos que os leitores podem se emocionar pelo simples ato de ler. E ler este “Uma Ilha Chamada Livro” é um convite para revisitar suas leituras mais prazerosas com olhos cheios de uma poesia nova.

Dividido em três partes: ler, escrever e contar; vamos nos encontrando com nossos hábitos de leitores com as emoções que um livro pode ocasionar.

Nas duas primeiras partes, ler e escrever, os seus contos curtos que raramente ultrapassam uma página mostram os dois principais componentes da literatura, o leitor e o escritor, através de uma visão poética e pessoal, que algumas vezes beira a autobiografia. Isto acaba por tornar o livro muito saboroso, como pequenas conversas com um amigo que esta feliz, como um amigo que compartilha de nossas alegrias.

Mas é na terceira parte onde Heloisa demonstra sua arte. Em “contar” que tem somente meia dúzia destas pequenas historias, temos um encontro breve com tragédias, esperanças, emoções, que delineadas precisamente forçam a imaginação a completar o quadro do que esta sendo dito. São histórias que o escritor esta deixando você terminar de contar com sua experiência e sentimentos.

O único grande defeito deste livrinho é ser muito curto, e nos dar muitas esperanças de escrevermos nossas próprias histórias.

Rui Carodi.

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EXPERIÊNCIA DE LEITURA: O Segredo de Joe Gould

O Segredo de Joe Gould - JOSEPH MICCHELL

                   Este é um livro fácil de recomendar, embora deva ter sido muito difícil de escrevê-lo.  Talvez por isto, livros como este sejam tão raros: eles exigem demais dos escritores.  “O Segredo de Joe Gould” se compõe de três textos, dois artigos grandes escritos para a revista The New Yorker por  Joseph Mitchell e um posfácio feito pra a edição brasileira escrito por João Moreira Salles.

                 No primeiro texto, O Professor Gaivota, Joseph Michell traça o perfil de Joe Gould, mendigo, boêmio, que vivia em Greenwich Village, e uma figura que já fazia parte da paisagem daquela região durante a década de 1940. Ai temos uma das dificuldades do escritor.

                 Quando se inventa personagens, eles tem as qualidades que melhor se adaptam à história. Eles entram em cena no momento certo, fazem as ações que o escritor imagina e até pensam de acordo com o que narrador desejar, e, por fim, saem da narrativa no momento correto e da forma correta. Joseph Michell não teve estas facilidades, Joe Gould era uma pessoa real e excêntrica, e era muito tentador torná-lo um personagem mais engraçado, imaginá-lo  como uma parodia de vagabundos mambembes; ou torná-lo mais dramático e perdendo assim suas idiossincrasias como apenas uma vitima de uma sociedade injusta ou das circunstâncias. Joseph Michell resolveu não seguir estes caminhos, preferiu apresentar Joe Gould como uma pessoa. Uma pessoa complexa, com várias contradições, com uma história e um ambiente para esta história, com sonhos, esperanças e representante de seu tempo. Uma pessoa completa que gostaríamos de conhecer.

                 Este artigo foi um sucesso. É possível dizer que mudou e ligou a vida tanto de Gould quanto de Michell. E isto leva ao segundo artigo deste livro, O Segredo de Joe Gould, escrito mais de vinte anos depois do primeiro, e bem mais extenso que o primeiro. Além de narrar toda a história de Gould após o primeiro artigo, e como este influenciou sua vida, conta sobre as pessoas que este encontrou e desta forma se torna uma crônica de sua época. Narrado em estilo pessoal, em que o autor não exclui sua participáção e influência nos eventos, a narrativa vai envolvendo e emocionando, trazendo assim um entendimento psicológico  de vários personagens. E quando o “segredo” (pois, sim, há um segredo em Joe Gould, e um belo segredo) é enfim revelado o que poderia ser motivo de raiva e decepção, torna-se uma peça para compreensão da vida. Porque neste momento os personagens estão tão conhecidos e reconhecemos tando deles em nós, leitores, que é quase impossível não entendermos que agiríamos de modo parecido a Michell ou mesmo a Gould.

                 O livro fecha com o posfácio de Moreira Salles. Nele é contado mais sobre a vida e obra de Michell e isto só nos faz desejar ler mais obras deste autor.

                 Vale muito a pena conhecer este  pequeno livro e, talvez, também conhecer melhor as pessoas que estão ao nosso redor e que ignoramos.

Rui Carodi

Primeira Mostra de Fotografia Memórias da Intolerância

               Durante o período de 08 a 19 de junho de 2015, no bloco das secretarias de graduação da FAAC, conhecido como “Hall da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação”, ocorre a “Primeira Mostra de Fotografia Memórias da  Intolerância“, subtitulada “70 Anos de Libertação dos Campos de Concentração de Auschwitz-Birkenau e Dachau”.

            Este evento, que foi desenvolvido a partir da documentação fotográfica realizada pelos professores Marcelo Carbone Carneiro (KZ Gedenskstätte-Dachau-Alemanha) e Eli Vagner Francisco Rodrigues (Panstwowe Museum Auschwitz-Bikernau Oswiecim, Polonia) durante os anos de 2013  e 2014.

            As fotografias procuram resgatar a memória das vítimas dos campos de concentração nazistas como forma de alertar para os perigos da Intolerância étnica, religiosa e política.

               Abaixo uma pequena amostra da exposição.

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                   Com o apoio  do Observatório de Educação em Direitos Humanos, do Departamento de Ciências Humanas da FAAC e da Proex, a visita a esta Mostra pode ser uma boa oportunidade de conhecer um pouco mais sobre um dos mais tristes episódios da história do seculo XX.

                   Abaixo, link para um vídeo do canal “Cadê a Chave?” que recentemente visitou estes locais.

Brasiliana Fotográfica

Conheça o Portal Brasiliana Fotográfica, que tem como objetivo contribuir para a preservação do patrimônio fotográfico digital brasileiro. Contém mais de 2 mil fotos históricas do século XIX e das duas primeiras décadas do século XX.

As fotos da Coleção D. Thereza Christina Maria, colecionadas por D. Pedro II, estão entre os destaques do portal, além de um conjunto de retratos da família imperial, feitos por Joaquim Insley Pacheco. O professor de fotografia da princesa Isabel, Revert Henry Klumb, também está representado com a série completa de estereogramas (fotografia estereoscópica, 3D) com imagens gerais da cidade do Rio de Janeiro e do palácio imperial de Petrópolis.

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Fonte: http://www.cultura.gov.br/

Como as cidades tratam seus rios

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Córrego na cidade de Araçatuba

Pesquisa da Unesp investiga situação de 16 cidades do Oeste Paulista
Valorizados em grandes parques públicos ou esquecidos, assoreados e poluídos, os rios do interior paulista informam muito sobre as trajetórias das cidades que cresceram às suas margens. Seguindo o tratamento dado aos rios e córregos da capital, muitas dessas cidades canalizaram os seus cursos d´água e os esconderam sob avenidas e outras áreas pavimentadas. Eles são lembrados quando a temporada de chuvas faz com que as galerias subterrâneas transbordem, com alagamentos e graves transtornos para a população. Essas foram algumas das constatações do projeto “A construção da paisagem de fundos de vale em cidades do Oeste Paulista”, apoiado pela Fapesp. Conduzida por Norma Regina Truppel Constantino, professora no curso de Arquitetura e Urbanismo e no mestrado acadêmico em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual Paulista (Unesp), no Câmpus de Bauru, a pesquisa investigou a situação de 16 cidades do Oeste Paulista, que nasceram e se desenvolveram ao longo do ciclo da expansão da cafeicultura. “Nosso objetivo foi saber como os rios que sustentaram o nascimento dessas cidades são percebidos atualmente pelas respectivas populações, se eles ainda têm importância para as pessoas e são levados em conta pela gestão municipal, pelos planos diretores, pelos projetos aprovados pela câmara etc.”, disse Constantino à Agência FAPESP. O projeto enfocou quatro cidades em cada uma das quatro linhas férreas que cortam o Oeste Paulista. Na linha Araraquarense: Araraquara, São José do Rio Preto, Jales e Santa Fé do Sul. Na linha Noroeste: Botucatu, Lins, Penápolis e Araçatuba. Na linha Alta Paulista: Agudos, Lençóis Paulista, Tupã e Panorama. Na linha Sorocabana: Avaré, Ourinhos, Presidente Prudente e Presidente Epitácio. Constantino já havia estudado a formação histórica dessas cidades ao participar do Projeto Temático “Saberes eruditos e técnicos na configuração e reconfiguração do espaço urbano – Estado de São Paulo, séculos XIX e XX”, coordenado pela historiadora Maria Stella Bresciani. “No levantamento das fazendas que deram origem a essas cidades, constatamos que os rios sempre foram elementos essenciais: ou o núcleo urbano surgiu ao seu redor ou eles definiam os limites das fazendas precursoras. A ideia que motivou o novo projeto foi acrescentar ao pano de fundo histórico um quadro detalhado da condição atual desses rios. Fizemos um trabalho exaustivo, com a participação de quatro bolsistas de iniciação científica da FAPESP. Identificamos os problemas e as potencialidades da integração desses rios nos espaços urbanos”, disse Constantino.

Tópicos

O projeto possibilitou a redação de uma espécie de diagnóstico, constituído por nove tópicos. “Algumas das cidades mantiveram a visibilidade e identidade de seus rios, com a conservação das características naturais e sem a degradação do ambiente; em outras, as áreas foram tratadas paisagisticamente, com pouco impacto ambiental, possibilitando à população usufruir de parques lineares construído ao longo dos cursos d’água”, aponta o diagnóstico. Existem, no entanto, cidades nas quais, apesar de haver nos planos diretores municipais diretrizes importantes para a preservação das áreas, não se levou à prática as orientações e os rios e córregos encontram-se degradados, assoreados e muitas vezes poluídos por esgoto domiciliar clandestino. Além disso, 12 das 16 cidades apresentam trechos dos rios e córregos canalizados no subterrâneo. Nos períodos chuvosos, isso ocasiona episódios de enchentes e inundações. Quando são implantados parques e recuperada a mata ciliar ao longo das áreas de proteção dos rios, há uma diminuição dos episódios de enchentes e inundações durante as fortes chuvas de verão, contribuindo para a drenagem urbana. Os parques também evitam que essas áreas sejam invadidas ou degradadas. Nas cidades em que os trilhos dos trens foram instalados em alinhamento com os cursos d´água, os rios foram relegados ao esquecimento, pois a decadência do serviço ferroviário transformou essas áreas em espaços abandonados e degradados, sem segurança para atividades de lazer. Outra conclusão a que chegaram os pesquisadores foi que, apesar de os rios serem um componente importante da história dessas cidades do Oeste Paulista, eles, em geral, não são valorizados pela população e não fazem parte do seu cotidiano; poucas são as pontes que possibilitam a visão dos rios. Há uma inadequação nos modelos de gestão urbana, com a falta de integração entre os dispositivos das legislações ambiental e urbanística, concluíram os estudiosos. “Para que os rios passem a ser valorizados pelas populações, é necessário um trabalho de conscientização e elaboração de projetos participativos que qualifiquem os lugares, mais do que a simples aprovação de leis e regulamentos”, conclui o diagnóstico.

Rios escondidos

A canalização dos rios e córregos é um dos problemas mais graves apontados pela pesquisadora. Nesses casos, as cidades do interior seguiram o modelo adotado na capital paulista, hoje tão criticado pelos especialistas. “Das 16 cidades observadas, só não houve canalização em Panorama, Lençóis Paulista, Botucatu, Avaré e Presidente Epitácio. Em Panorama e Presidente Epitácio, nem poderia haver canalização, porque se trata do rio Paraná”, disse Constantino. “O mais surpreendente é que, em vários casos, sobre os rios canalizados foram construídos parques públicos. Em vez de correrem pelos parques, tornando-se fatores de desfrute para a população, os rios foram escondidos no subterrâneo”, comentou. Um fator positivo, destacado pela pesquisadora, é que, em quase todas essas cidades, com exceção de Agudos e Ourinhos, o esgoto não clandestino é tratado antes de ser despejado nos rios.
Segundo Constantino, há um potencial a ser desenvolvido. Como todos os 645 municípios do Estado de São Paulo, estes 16 participam do programa “Município VerdeAzul”, da Secretaria do Meio Ambiente, que estabelece 10 diretrizes para a gestão ambiental, contemplando os tópicos: Esgoto Tratado, Resíduos Sólidos, Biodiversidade, Arborização Urbana, Educação Ambiental, Cidade Sustentável, Gestão das Águas, Qualidade do Ar, Estrutura Ambiental e Conselho Ambiental. Entre os 10 primeiros colocados do ranking 2014 do programa, figuram 3 dos 16: Botucatu (1º), Lençóis Paulista (7º) e Araraquara (8º). “É importante a visualização dos rios, porque, se as pessoas veem os rios, elas passam a valorizá-los e a se mobilizar por sua integridade”, enfatizou. “Em Lençóis Paulista, Panorama, Avaré, Presidente Epitácio e São José do Rio Preto, essa visualização é muito evidente. Em São José do Rio Preto, aliás, apresentam-se os dois lados da situação. Porque a cidade começou entre os córregos Borá e Canela, que, hoje, estão totalmente canalizados, debaixo das principais avenidas. Mas eles são afluentes do Rio Preto, no qual foi feita uma barragem que deu origem a um lago, e a um parque muito visualizado e aproveitado pela população.” Participaram da equipe as bolsistas Júlia Marcilio Torres, Maria Olívia Simões, Marília Lucena de Queiroz e Raisa Ribeiro da Rocha Reis.

Fonte: Agência Fapesp

José Tadeu Arantes

http://www.unesp.br/portal…

Guia de Profissões apresenta curso de Física da Unesp de Bauru

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Programa da TV Unesp mostra como essa ciência faz parte do dia a dia.

No celular, no computador, no carro, em casa, na rua, no trabalho. A física faz parte do nosso dia a dia, e pesquisa a natureza, seus fenômenos e a interação entre os corpos. Esses estudos envolvem desde as tecnologias que utilizamos até as partículas presentes na imensidão do universo. É esse cenário que será apresentado no programa Guia de Profissões desse domingo, 29 de março, às 13:30. A nova temporada do programa busca apresentar novos olhares sobre as profissões com uma linguagem moderna e dinâmica, trazendo professores, pesquisadores, profissionais e alunos para que eles respondam a algumas questões sobre o mercado de trabalho e os cursos oferecidos pela Unesp. No domingo, o público vai conferir, no primeiro bloco, como está estruturado o curso de Física da Unesp, como são os laboratórios e qual é a grade curricular. Por sua vez, o segundo bloco trará profissionais que atuam em diferentes áreas da física. Um deles é Robson Tirotti Felipe, formado pela Unesp de Bauru, que trabalha como perito criminal na Polícia Científica de São Paulo. Ele vai mostrar que os conceitos de física são fundamentais em todo os exames e perícias. Além disso, o programa vai trazer uma dica para os vestibulandos, e no site, será possível conferir outras sugestões e curiosidades. É só acessar: http://www.tv.unesp.br/guiadeprofissoes

SERVIÇO
O Guia de Profissões vai ao ar domingo, às 13h30, com reapresentações na quarta às 13 h e, na quinta, às 20h45. Em Bauru, ele pode ser assistido nos canais 45 UHF, 46.1 Digital e 18 da NET. Nos mesmos dias e horários, também é possível conferir o programa em tempo real no site: http://www.tv.unesp.br e, após as exibições, ele fica disponível no canal do YouTube da emissora:https://www.youtube.com/user/tvunesp

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Assessoria de Comunicação e Imprensa

A escolha da carreira em pauta na TV Unesp

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Programa Guia de Profissões traz informações de cursos e mercado de trabalho

A pesquisa “Estudos sobre a Evasão no Ensino Superior Brasileiro”, do Instituto Lobo, mostra que cerca de 900 mil estudantes universitários largaram o curso ao longo dos dois primeiros anos. Entre os principais motivos para essa decisão, está o fato dos alunos não terem se encontrado na área que escolheram. Nesse cenário, como fazer com que os estudantes escolham a profissão que mais tem a ver com eles? Quais são as possibilidades que a Unesp oferece e como funciona cada um dos cursos? Como é o mercado de trabalho em cada área? A TV Unesp buscou professores, pesquisadores, profissionais e alunos que pudessem responder essas e outras questões, e assim nasceu a nova temporada do programa Guia de Profissões. Com estreia prevista para o próximo dia 29 de março, às 13h30, o programa de 15 minutos vai discutir em cada episódio uma curso específico dentre os que são oferecidos pela Unesp em 24 cidades do estado de São Paulo. Utilizando uma linguagem moderna e dinâmica, cada episódio do Guia de Profissões terá dois blocos. No primeiro bloco, o programa vai contextualizar o curso no cenário contemporâneo, apresentar a grade oferecida pela Unesp e detalhar de que forma as atividades teóricas e práticas estão distribuídas. No segundo bloco, os estudantes acompanharão depoimentos de profissionais que atuam na área apresentada, e também vão assistir ao quadro “Dicas do Guia”, que trará algumas sugestões para a hora da prova.
Além do conteúdo exibido na TV Unesp e disponibilizado no canal do youtube da emissora, o site do programa www.tv.unesp.br/guiadeprofissões trará conteúdos especiais sobre o vestibular, com notícias, curiosidades, dicas de estudo e entrevistas exclusivas.
SERVIÇO
O Guia de Profissões vai ao ar todo domingo, às 13 h, com reapresentações quarta às 13 h e quinta às 20h45. Em Bauru, ele pode ser assistido no canal 45 UHF, 46.1 Digital e 18 da NET. Nos mesmos dias e horários, também é possível conferir o programa em tempo real no site: www.tv.unesp.br e, após as exibições, ele fica disponível no canal do youtube da emissora: https://www.youtube.com/user/tvunesp
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Assista à chamada da nova temporada do programa
https://www.youtube.com/watch?v=7Bq6Cblxchg&feature=youtu.be
Assessoria de Comunicação e Imprensa