Perguntas Frequentes

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A ideia é reunir as dúvidas que chegam à Biblioteca pelo telefone, pelo balcão, pelo e-mail e pelo Facebook e divulgá-las a um número maior de pessoas para que os serviços da Biblioteca sejam conhecidos por toda a comunidade unespiana. Nós até transformamos os post em exposição na Semana do Livro e da Biblioteca para ampliar o alcance da informação.

Além das postagens no Facebook, reservamos um espaço no blog para todos poderem consultar. A página inclui dúvidas sobre empréstimo, acesso à internet, consulta, acervo, salas de estudo, entre vários outros tópicos. Acesse, divulgue aos amigos, e tendo alguma dúvida, deixe um comentário, mande um e-mail para straud@bauru.unesp.br ou nos mande uma mensagem no Facebook.

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Entrevista do mês – Matheus Luciano

O primeiro aluno da FEB a participar da entrevista do mês no blog é Matheus Luciano que cursa o terceiro ano de Engenharia Mecânica. Antes de vir a Bauru, Matheus cursou o ensino médio em 4 escolas diferentes por ter se mudado para Florianóplois e depois voltado a morar em São Carlos, e já era habituado a frequentar bibliotecas, mesmo que não atendessem totalmente suas necessidades. “Eu vim de escola pública e por mais que elas tivessem bibliotecas, eram muito precárias, quanto à infra-estrutura, quanto à quantidade de livros”. Mas um referencial de Biblioteca Universitária que Matheus tinha era o da Biblioteca da UFSCar. “Tem quatro andares, mas também o campus é bem maior.”

Camila: Quando você veio para cá, o que achou da nossa biblioteca?
Matheus: Acho que a biblioteca é uma biblioteca pequena, confesso que quando cheguei aqui na Unesp esperava uma biblioteca maior. Mas porque eu tinha a visão da biblioteca de lá [da UFSCar], mas eu também entendo que tem que contar nesse pensamento que o tamanho dos câmpus é diferente.

C: Quando começou a usar você sentiu que ela estava atendendo suas necessidades, ou sentiu falta de algo?
M: As minhas necessidades ela atende. Acho que o espaço podia ser maior, ou ter mais um prédio para a biblioteca, ou mais um andar, acredito que ela precisa ser um pouco maior dado o tamanho do câmpus. Mas até hoje, o que tenho buscado aqui, pelo menos uma bibliografia relacionada ao meu curso, eu tenho encontrado.

Matheus Luciano

Matheus costuma emprestar livros relacionados ao seu curso, mas nos períodos mais tranquilos do semestre também dá atenção às estantes de literatura

C: Os empréstimos que mais faz são os livros recomendados pelos professores, ou também acaba emprestando aqueles relacionados a projetos que participa, a literatura em geral?
M: Normalmente eu pego o que o professor indica mesmo para os trabalhos e provas. Quando eu estou mais tranquilo, eu empresto livros de literatura. Quanto aos projetos que participo, acho que nunca peguei nada relacionado, mas é uma boa ideia, nunca tinha pensado nisso ainda.

C: A biblioteca do nosso câmpus é a única da rede que atende todas as unidades do câmpus. Isso gera um debate em que alguns defendem que o ideal para Bauru seria mais de uma biblioteca e outros defendem a variedade no acervo e nos perfis de usuário. Como você observa isso?
M: Acho que a segunda opção tem mais a ver com o que eu penso, mas a gente precisa ter uma biblioteca um pouco maior. Por exemplo, a biblioteca da UFSCar, tudo é centralizado nela. Então, talvez a pessoa, eu por exemplo, de engenharia mecânica, eu estou passando por uma prateleira e vejo um livro de biologia, que tem tudo a ver com a aplicação de um trabalho que eu vou fazer, e mesmo que eu não veja aquilo no meu currículo, tem uma aplicação que eu possa fazer. Talvez isso incentive mais do que eu sair aqui da FEB descer lá no departamento de Biologia, na última rua do câmpus, para procurar algo relacionado ao meu projeto. Então, talvez isso enriqueça. Mas eu também vejo um lado que, se as obras fossem mais fixas num lugar só, talvez seria bom também. Vejo prós e contras nos dois lados.

C: Ano passado, foram inseridos na nossa rotina três novos serviços. A autodevolução, o autoempréstimo e o empréstimo de netbooks, o que significou muitas vantagens e alguns desafios no nosso trabalho. Queria saber sua visão de usuário em relação a esses serviços.
M: A da entrega acho que existe em outras universidades, mas não tão automatizada quanto a nossa, nelas você joga o livro e depois tem o trabalho por parte dos funcionários para organizar e devolver. O autoempréstimo eu também achei muito interessante. E o dos netbooks, especialmente, eu nunca tinha visto e achei fantástico. Porque as vezes você chega, por mais que hoje em dia nós tenhamos smartphones, ipads, ipods, por mais que nós tenhamos um acesso contínuo a internet, às vezes, você lembra “Ah, preciso digitar um texto de um trabalho… Preciso corrigir tal coisa num artigo agora.” Você corre para biblioteca. Eu sou do diretório acadêmico [DAFAE], né, e quantas vezes já chegou gente “Aí, preciso fazer um trabalho agora, mas deixei meu notebook em casa…” A gente sempre indica “Vai na biblioteca que lá tem netbook”. E eu achei que foi uma idéia fantástica, que veio a calhar, que muitas vezes nós precisamos, mas não estamos com o notebook. Quanto a isso, vocês estão de parabéns.

C: O que você observou de mudanças do ano que você entrou, até agora, além desses novos serviços que comentamos, do autoatendimento e dos netbooks?
M: O VPN foi outra ideia que eu achei muito interessante, mas aí foi da Unesp em geral, né… Eu estou tendo mais contato com isso agora, porque nos primeiros anos, a gente não vê nada de ciência, a gente aprende, primeiro, a como usar, para depois pesquisar lá na frente. Agora que eu estou envolvido em iniciação científica, e preciso ir atrás de artigos, aí o professor falou “vai lá na biblioteca, você pode acessar da sala [de base de dados]”, e quando eu li sobre VPN, que eu podia fazer isso de casa, nossa, muito mais fantástico ainda.

C: Comentários, críticas, sugestões…
M: Acho que tinha que ter ar condicionado na biblioteca. Sério. Hoje está frio, mas no calor… os mosquitinhos… Ar condicionado é o que falta. Mesmo. E é claro uma biblioteca muito maior, acho que precisávamos de muito mais espaço, para colocarmos muito mais coisa.
Acho que o único comentário aqui é que eu sinto falta, mas também tem o lance do problema com espaço. O que eu sinto falta é de uma maior quantidade de revistas, de assuntos não só tão científicos, por exemplo, mesmo não tendo um curso de negócios no câmpus, ter uma Exame, uma coisa que expanda mais os horizontes do aluno. Eu, pelo menos, sinto falta disso. Algumas coisas que são científicas, mas nem tão científicas, como Superinteressante, Galileu, revistas que eu sinto falta aqui e que alguns alunos com quem comentei também sentem falta.
Quanto ao acervo, muita gente reclama que falta livro, mas também, em época de prova, todo mundo vai pegar aquele livro, acho que ninguém vai estar imune a isso. Por exemplo, existe uma turma de Cálculo III, e a turma tem 60, 70 alunos, e durante o período letivo normal, sem ser época de prova, tudo bem, às vezes até sobram livros, mas na época de prova, todo mundo quer pegar o livro, aí não dá, aí vai faltar mesmo.

por Camila Oliveira

Todo mês será publicada aqui no blog uma entrevista com um usuário da Biblioteca, aluno, professor, funcionário, aposentado. A intenção é conhecer melhor a visão daqueles que usam regularmente a Biblioteca sobre nossa estrutura, serviços e objetivos. Se você gostaria de ser entrevistado, ou gostaria de sugerir alguém para ser entrevistado, mande um e-mail para camila@bauru.unesp.br

Entrevista do mês – Gabriel Victoriano

Gabriel Victoriano está no último ano de Biologia e desde seu ingresso, em 2008, ele é frequentador assíduo da Biblioteca. O único referencial de biblioteca que tinha antes de entrar na Unesp, era a biblioteca da sua escola, na cidade de Jaú, que tinha um formato bastante diferente, servindo principalmente como sala de estudos. Na Biblioteca, Gabriel procura não só os livros indicados pelos seus professores, como também livros relacionados ao seu estágio e às disciplinas nas quais é monitor. A conversa com Gabriel foi breve, mas suficiente para conhecermos a visão de um aluno e suas necessidades específicas.

Camila: Gabriel, do que você sente falta na nossa Biblioteca?

Gabriel: A reclamação que muita gente já faz, de “ah, falta livro na minha área”, sabe? Eu, como gosto muito de anatomia, acho que faltam alguns livros de anatomia, de cérebro, neurociência. Tem muitos livros que a biblioteca disponibiliza que não são tão recomendados. Acho que poderia ter um link entre a biblioteca e um representante discente ou docente , de cada departamento, porque, por exemplo, tem muitos livros de disciplinas que o professor nem recomenda. Tem muitos livros que eu vejo de monte, que o professor nem sabe que tem, ou que o professor fala que não é um livro bom, sabe? Então, acho que poderia ter um link, porque o professor pede o livro, mas quem vai usar o livro é o aluno, tem disciplina que o professor obriga você a ler um livro, e tem poucos livros aqui…[Saiba mais sobre aquisição de livros clicando aqui].
Já salas de estudo eu sei que não tem como construir mais, mas acho que essas salas de estudos são boas para fazer trabalho, já usei várias vezes para fazer trabalho em grupo, além disso, a estrutura está boa. Já conheci outras bibliotecas, mas acho que aqui está num bom patamar. A da USP Ribeirão Preto , por exemplo, não tem salas assim, então, eu vejo isso como uma vantagem nossa.

C: E além da estrutura física, o que mais você pensa que poderia haver aqui?

G: Acho que a biblioteca poderia oferecer alguns cursos no decorrer do ano, como base de dados, ABNT, e cursos que só a biblioteca poderia oferecer. Eu sei que já tem na Semana do Livro, mas além dessa época; ou, então, um curso de leitura crítica, discussão de leitura. Esses para base de dados e ABNT, podia receber inscrições de interesse, e quando juntasse um número considerável, marcava a data do minicurso.

C: Você frequenta a biblioteca desde que entrou no curso, e está agora no quinto e último ano, como você observa as mudanças que teve?

G: O interessante é que quando eu entrei já começavam mudanças, ainda era a carteirinha, mas mudava o jeito de passar, antes passava-se como se passa cartão, depois passou a ser usado o leitor ótico. Aquela época de carteirinha eu achava mais interessante que a leitura do indicador, não que eu não goste, só não acho tão necessário.
Mudança eu vi em acervo, desde o começo eu usava, muitos livros novos chegaram, eu acho que melhorou bastante com relação a quando eu entrei. Lembro que tinha uns livros assim que o professor recomendava e não tinha nem edição em português, aí hoje em dia tem uns cinco exemplares, então, eu acho que pelo menos a parte de biológicas está boa.
Uma reclamação minha é que tem pouco limite de empréstimo de livro, eu acho, até queria dar uma sugestão, não sei se seria fácil ter isso, mas poderia ter algum programa de incentivo a emprestar livros. Por exemplo, se o aluno pegasse mais de cem livros, diferentes ou iguais, ele poderia aumentar o limite dele, eu pensei nisso.
Porque, eu vi no segundo ano, que tínhamos sete matérias e todas tinham que usar livro, então, me perdia. Acabava pedindo para os outros pegarem livro para mim, tinha semestre que eu ficava com nove livros, um de cada carteirinha. Porque tem muita gente que não usa a biblioteca, isso é o que eu percebo, tem gente que está no último ano e não pega livro desde o segundo. Acho que poderia aumentar o limite de livros, ter um programa de incentivo, eu não sei se daria certo, mas é uma sugestão.
Essa mudança de empréstimo automático, devolução automática,  eu não sei se isso é bom. Eu nunca usei, na verdade, é que eu não sei usar mesmo, acho que muita gente tem receio de usar, porque não sabe usar. Não sei se isso é tão necessário, nunca vi ninguém devolvendo livro aqui.

C: Há alguma particularidade que destaca de positivo ?

G: O acervo diversificado é algo que eu acho muito interessante. Acho melhor assim, uma biblioteca só para várias faculdades. Eu gosto de aprender, e já fiz matérias com Educação Física, Psicologia, então eu usava livros de outras áreas também. Então, eu achava interessante também nesse sentido. Você por exemplo faz biologia e precisa fazer um trabalho de alguma coisa, e quer entender um pouco de religião, e tem livro aqui disso, então é interessante, livros de metodologia científica, sobre educação física, livro de tudo eu acho, ou até se algum amigo seu de outra faculdade precisa de um livro, você tem como pegar.

C: Que serviços virtuais você utiliza?

G: Acho que desde que era manual eu pedia EEB, sempre pedi EEB, eu acho muito bom mesmo. No começo demorava muito, mas acho que hoje está muito mais eficiente, hoje pedir pela internet tornou tudo mais fácil. COMUT eu nunca usei, mas uma amiga minha usou, mas o artigo que ela pediu estava já disponível, não precisava ter pedido. Então, uma sugestão que ela deu, e eu entendo, é um minicurso de base de dados, como procurar artigo, como encontrar. Lógico que vocês não teriam noção de todas as áreas, mas poderia fazer parceria com algum professor. Não sei nas outras áreas, mas em Biológicas a gente tem que pesquisar muito artigo, e, às vezes, não sabemos pesquisar direito. Dos outros recursos que eu uso são basicamente esses. Dos outros, eu não tenho muito conhecimento, na verdade.

C: E em relação aos recursos de Redes Sociais da Biblioteca?

G: Acho que seria legal a biblioteca ter um Facebook, para divulgar melhor as coisas. O blog da Biblioteca eu já conhecia há um tempinho, acho que foi na época do Orkut que eu fiquei sabendo. O blog é importante, mas o Facebook tem mais impacto, hoje em dia, eu, pelo menos, não visito muito blog, só de quem é amigo meu mesmo, sabe, então, eu acho assim que a pessoa está lá, vê a notícia, gostou, compartilha ou não, acho até que poderia ser divulgado uns minicursos, as coisas da biblioteca, serviços novos, eventos, palestras, acho que seria interessante.

C: No geral, o que você pensa que a Biblioteca poderia oferecer para melhorar, seja em questão prática, ou de serviços?

G: Além dos cursos que eu tinha falado, de base de dados, referências, são coisas que parecem idiotas, mas muita gente tem dúvida e não quer falar. Os serviços são bons, o atendimento é bom, os funcionários atendem bem, acho que o espaço é um espaço bom. Barulho não tem como controlar, porque a biblioteca é um local onde o pessoal se reúne para fazer trabalho, você acaba a aula, vem aqui, sabe, é um lugar, de certa forma, meio sociável, não tem jeito, não tem como evitar, nem se isolasse parte da biblioteca, não tem jeito.
A Biblioteca está melhorando bastante. Quando entrei não tinha empréstimo de netbooks, então, melhorou muito mesmo, está bem interessante, crescendo, e a tendência é crescer mais, e não está parada. Em cinco anos, vejo que mudou muita coisa, eu vi entrando mais funcionários, porque quando entrei, eu não via tanto funcionário diferente, e hoje, cada dia é um te atendendo, eu acho isso legal. Também acho que é fácil achar livro, a organização está certinha, está tudo ok.

Atualização: Gabriel cometeu um engano, há, sim, salas de estudo em grupo na USP Ribeirão.

por Camila Oliveira

Todo mês será publicada aqui no blog uma entrevista com um usuário da Biblioteca, aluno, professor, funcionário, aposentado. A intenção é conhecer melhor a visão daqueles que usam regularmente a Biblioteca sobre nossa estrutura, serviços e objetivos. Se você gostaria de ser entrevistado, ou gostaria de sugerir alguém para ser entrevistado, mande um e-mail para camila@bauru.unesp.br

Carnaval

Este fim de semana vai ser mais comprido e animado. Está chegando o Carnaval. Se você se interessa por leitura sobre o assunto, nosso acervo possui: Salgueiro: 50 anos de glória; A imprensa carnavalesca no Brasil; Geografia do turismo na cultura carnavalesca; entre outros.

Veja outros livros do nosso acervo em Athena.

Para todos os leitores, bom Carnaval. Curta com responsabilidade!

Luís Fernando Veríssimo

Escritor, jornalista, tradutor, o humor é sua marca registrada. Sugestão de leitura de hoje: Luís Fernando Veríssimo.

Na nossa Biblioteca você encontra: O clube dos anjos, O analista de Bagé, Festa de criança, O gigolô das palavras, As mentiras que os homens contam. Peça um EEB para ler também: Comédias da vida privada, Comédias da vida pública, Amor brasileiro, O popular, A velhinha de Taubaté, O rei do rock, O jardim do diabo, A grande mulher nua e Os espiões, entre outros.

Lya Luft

Romancista, poetisa, tradutora e colunista da revista Veja, Lya Luft é a nossa sugestão de leitura de hoje. Nossa Biblioteca tem os livros: As parceiras, A asa esquerda do anjo, Reunião de família e Em outras palavras. Também é possível solicitar um EEB (Empréstimo entre Bibliotecas) para outros títulos da autora como: Perdas & ganhos, Secreta mirada, Pensar é transgredir, O silêncio dos amantes e Múltipla escolha.